29.9.12

...Aquele abraço...


Esvazio os bolsos tiro os sapatos e estico o corpo no catre de feno que me foi determinado.
Não sei precisar as horas, pois, perdidas elas estão no descompasso do relógio que o tempo insistiu em manter escondido de mim. Deixei os pensamentos do lado de fora da porta e a alma pendurada na sela do corcel das ilusões. Ele já vai longe, distante do alcance dos meus ouvidos. Cubro-me com o silêncio, na esperança de agarrar o sono num abraço interminável e só acordar quando tiver novamente notícias de mim.

4 comentários:

Silenciosamente ouvindo... disse...

Gostei muito deste seu texto.
Gostaria de fazer dele meu texto.
Bom fim de semana.
Beijinhos
Irene Alves

Ariel disse...

Olá Valéria,
boa noite,
um texto maravilhoso,
eu adorei.

Desejo-lhe um lindo fim de semana
beijos

Valéria Cruz disse...

Bom dia Irene, como sempre digo, esteja sempre a vontade!
Boa semana.
Bjão
V.

Valéria Cruz disse...

Oi Ariel, Agradeço sempre a sua presença, sempre gentil e gratificante.
Bjão e boa semana
V.

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