30.12.12

...Chuva de verão...




[a luz de um raio agora corta a cidade.
Uma cicatriz se abre
incidência por sobre, entre
e 
até onde meus olhos não mais alcançam]
dizem ser raios!
Sei que onde
e quanto todas as vezes que os meus olhos resvalam sobre mim, 
O céu se abre,
As nuvens choram...
Ou seria eu que tomo para mim a oportunidade de ter somente meu esse mar de lágrimas?
Celestiais?
Talvez oportuno! 
Aqui entre meus braços jaz o vazio,
Sou quase uma mãe que chora seu luto,
Sou quase uma viúva que saliva a amargura da solidão,
Sou quase uma mulher que perdeu a juventude...
Quase nada...
Quase ninguém...
E o céu serena...
E agora nem mais eu me importo...
Pois,
tudo não passa de uma chuva de verão!

2 comentários:

saborevida disse...

Tentar de conceber é assim como um rio de águas escuras onde se olha dentro mas não se vê o fundo.
Haja fôlego pra te mergulhar.

Autêntica V. disse...

Talvez não...talvez sejam aguas tão límpidas que quem olha se assusta por ver seu próprio reflexo...

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Fiéis escudeiros! Fàilte!