Esconde-se
a noite dentro do cálice...
E
toda a beleza que há no amanhecer belicoso...
Mergulha nos caminhos de estrelas...
Mergulha nos caminhos de estrelas...
O
tempo empareda-se nas fronteiras sem janelas...
Apagando
todos os vestígios dos desenhos sombreados...
Reflete na televisão a ausência dos teus olhos que me pregam como algoz e cúmplice da
tela...
Tenho
fome e sede desse horizonte que se espelha sem o aço...
Como
se comprometesse a travessia dos oceanos e desertos...
Por
eras errantes sabotando a morte...
Um
barco no fundo das águas escuras submerge...
E
nenhum de nós comandando esse naufrágio...
