2.11.11

[Crisálida]


Ah o vento que me embala...
Cancioneiro de todas as minhas crisálidas...
Fiz do meu casulo o ninho que embrulho num aconchego o meu amado amor...
Me enrosco ainda viva...
Para em silencio morrer e renascer de amor...

2 comentários:

Isabel disse...

Morrer e renascer do amor ...
assim são os amores intensos, talvéz quem sabe doídos como o de todos os poetas...
Ler vc é um prazer sem tamanho.
beijo

Isabel**

[Tinta Sangue] disse...

Sim amiga...todos os dias morro um pouco ao entardecer...mas renasço também, todos os dias com o sol...pois é ele que mantém essa chama em mim acesa...

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